quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Dor Amarga

O sabor da despedida é amargo
Chega até doer no trajeto de degustação/digestão
Faz os olhos "marejarem"
Me angustiando com uma taquidispnéia
Mas tudo que vem, vai...
Seja com um dia, um ano, um século
E é sempre tão amargo...
Não sei quem inventou a despedida, 
mas ela bem que não poderia existir
Ou então ser doce como a chegada
porque talvez tenha que ser assim
Sinto esse amargo e essa dor que queima
Algo como uma perfuração por arma de fogo
Só que na ALMA.
Sinto e Sinto
SINTO MUITO


(...)


Depois de várias semanas sem postagens, venho aqui me despedir (temporário ou definitivamente) de vocês. 
Agradeço a cada um que dedicou um pouco de seu tempo e os elogios tão exagerados. 
Meu muito obrigada! 

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